A revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, em parceria com o Instituto Empreender Endeavor, uma das principais entidades não-governamentais de estímulo ao empreendedorismo no país, convida-o (a) a assistir, ao vivo, pela internet, ao workshop "E-commerce: Como vender pela internet". O evento acontecerá na próxima quarta-feira, dia 8 de junho, das 9h as 12h, na sede do Ibmec, em São Paulo. A palestra pretende mostrar como a web pode ajudar a sua empresa a reduzir custos administrativos, agilizar o fechamento de negócios e melhorar a relação com clientes, parceiros e fornecedores.
O palestrante será Luiz Fernando Tossi, consultor de Tecnologia para pequenas empresas da Microsoft. Tossi atua como palestrante difusor de "Cultura de Tecnologia" para as empresas, focando o bom uso dos recursos e combatendo a sub-utilização. É formado em Análise de Sistemas e especializado em Infra-Estrutura de TI. O trabalho que desenvolve junto à Microsoft e parcerias, seja com treinamentos, palestras ou web-castings quanto à conscientização e mudança da cultura, tem rendido bons frutos pelo Brasil.
Para acompanhar o evento pela internet, basta acessar o site www.iee.org.br no dia e hora marcados e fazer o seu cadastro quando for solicitado.
[Da redação Pequenas Empresas & Grandes Negócios]
terça-feira, junho 07, 2005
Direct Talk faz Gol decolar com solução de chat
Das operações B2C (business-to-consumer), que dizem respeito à venda de bilhetes para pessoas físicas, até as transações B2B (business-to-business), que se referem à comercialização de passagens por intermédio dos agentes de viagem, a Gol Linhas aéreas inteligentes decidiu implantar, de ponta a ponta, o DT Interactive, solução de atendimento via chat da Direct Talk, com enorme sucesso, em termos de aceitação por parte dos clientes. Somente no mês de março, o número de operações realizadas via chat on-line chegou a 14 mil - dez mil envolvendo agentes de viagens e quatro mil relativas à venda bilhetes para o consumidor final, contabiliza o gerente de comércio eletrônico, Vitor Mitsunori Shida.
Desde que o sistema foi implantado, em maio de 2003, o uso do telefone caiu entre 20 a 30%, devido, além da abertura de maior número de assentos, em virtude da expansão da frota de aviões, à criação do canal web. Mas, de qualquer modo, considera "excepcional" a resposta dos clientes. "Nós provamos que, dependendo da qualidade do serviço, o cliente tende a usar a Internet, na hora de reservar ou comprar uma passagem aérea", conclui.
O momento não poderia ser mais propício para a escolha do serviço, já que a Gol está passando à história da aviação comercial brasileira como uma das empresas que melhor exploram os recursos da Internet para melhorar o relacionamento com os clientes e aumentar o volume de negócios.
Resposta excepcional - O gerente de comércio eletrônico da Gol explica o fenômeno em função de o sistema ser de fácil uso por parte dos operadores, capazes de fazer atendimentos simultâneos, aumentando a produtividade. Mas, igualmente, pelo fato de o internauta, no ambiente web, em tempo real, 24 horas por dia, poder tirar todas as eventuais dúvidas e efetuar a compra de um bilhete em, no máximo, 10 minutos.
A produtividade, segundo ele, também se deve à possibilidade que o DT Interactive dá a Gol, de distribuir o atendimento, conforme o perfil do cliente, em sete ambientes: B2C, comercial, agências de viagens, grupos, vendas corporativas, eventos e faturamento, no qual o cliente pode obter informações quanto ao valor das tarifas e opções de pagamento.
Informação e agilidade - Shida conta que, desde que entrou em operação, em maio de 2003, a fim de garantir rapidez e qualidade no atendimento aos clientes, a Gol Linhas Aéreas segmenta as operações em B2C e B2B. De quatro anos para cá, entretanto, o sensível aumento do número de transações, de valor unitário relativamente alto - nunca inferior a R$ 500,00 - e, ainda, a necessidade de prover um canal capaz de garantir ao cliente acesso às informações de que ele precisa, antes de se decidir pela compra, fizeram a empresa mudar de posição.
Shida chama a atenção para a escalabilidade do DT Interactive, o que torna possível implantá-lo por etapas, conforme a necessidade. O profissional explica que no, caso da Gol, o sistema foi instalado, primeiramente, para suportar as operações no segmento B2B, responsável pelo maior volume de vendas, para, posteriormente, se estender ao B2C, antes coberto pelo sistema 0300. Agora, também se aplica à venda de bilhetes para vôos internacionais, que fizeram a companhia aérea replicar o sistema em Espanhol. Atualmente, a Gol oferece voôs até Buenos Aires (AR).
O DT Interactive, desenvolvido pela Direct Talk facilita a resolução de dúvidas e problemas que por acaso surjam durante a navegação, o que aumenta o índice de conclusão das transações on-line. O sistema reduz em até 50% o custo de atendimento em relação ao canal telefone e aumenta o grau de produtividade dos operadores, dando à empresa visão plena dos clientes e necessidades deles. Além disso, permite monitorar a operação em termos quantitativos e qualitativos, o que é fundamental na hora de redimensionar o sistema, de maneira a atender picos de demanda.
Sobre a Direct Talk www.directtalk.com.br
A Direct Talk é líder no desenvolvimento de soluções para a gestão de relacionamento com clientes, que auxiliam na construção de organizações focadas no cliente. Nossas soluções contemplam as várias fases da identificação e captação de clientes, e, ainda, a definição de estratégias e ações capazes de ajudar as empresas a vencerem o enorme desafio de satisfazer, reter e fidelizar cada um deles.
Multicanais, as soluções de negócios da Direct Talk dão conta, igualmente, de todas as aplicações e formas de comunicação que caracterizam a relação empresa-cliente: chat on-line, gerenciamento de e-mails recebidos, teleatendimento, auto-atendimento, campanhas de telefonia ativa, e-mail marketing e gerenciamento do fluxo interno de informações. Quando integradas com as ferramentas de apoio à organização dos processos administrativos e financeiros, compõem uma base de dados que, devidamente tratados e cruzados, geram um valioso acervo de informações/conhecimento acerca dos clientes (perfil, hábitos de consumo etc.), de importância crítica para os negócios.
Oferecemos nossas soluções através do modelo de software como um serviço - on demand, que reduzem os custos, riscos e o tempo de implementação relacionada à implantação de soluções CRM tradicionais.
Empresa 100% nacional, fundada em 2000, a Direct Talk tem sede em São Paulo e escritórios nas cidades de Brasília e Rio de Janeiro. A carteira de clientes abriga mais de 130 empresas, de todos os segmentos da economia. Entre elas, Americanas.com, Atento, Banco Real, Claro, Contax, Globo.com, Gol, iG, Magazine Luiza, Daimler Chrysler, Microsoft, TAM, Pão de Açúcar, Petrobras, Shell, e Terra.
Sobre GOL Linhas Aéreas Inteligentes
A Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A. é controladora da Gol Transportes Aéreos S.A., única empresa brasileira regular a operar no conceito baixo custo, baixa tarifa (low cost, low fare). A Gol iniciou as operações, em 15 de janeiro de 2001, com objetivo de proporcionar vôos com preços acessíveis para uma maior parcela da população brasileira. Com uma estrutura de custos enxuta, baseada em três pilares que privilegiam a alta tecnologia, padronização da frota e motivação da equipe, a Gol consegue oferecer preços mais baratos que as empresas tradicionais.
Quando decolou para o primeiro vôo, a companhia contava com seis aeronaves e hoje opera com 32 aviões Boeing 737. Atualmente são 374 vôos diários para 41 aeroportos e 38 destinos em todo o Brasil e um no exterior. Até o momento, a companhia já transportou mais de 25 milhões de passageiros, sendo que 10% deles viajavam de avião pela primeira vez. As cidades atendidas pela empresa são: São Paulo - aeroportos de Congonhas e Guarulhos (Cumbica) - Campinas e Ribeirão Preto (SP); Rio de Janeiro (RJ) - aeroportos do Galeão e Santos Dumont; Belo Horizonte - aeroportos de Pampulha e Confins - e Uberlândia (MG); Vitória (ES); Porto Alegre e Caxias do Sul (RS); Florianópolis, Navegantes e Joinville (SC); Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Salvador e Porto Seguro (BA); Recife e Petrolina (PE); Fortaleza (CE); Belém (PA); Manaus (AM); Navegantes (SC); Maringá, Curitiba, Foz do Iguaçu e Londrina (PR); Goiânia (GO); Macapá (AP); Natal (RN); Maceió (AL); Palmas (TO); São Luís (MA); Rio Branco (AC); Porto Velho (RO); Teresina (PI); Aracajú (SE); João Pessoa (PB) e Buenos Aires (AR).
Desde que o sistema foi implantado, em maio de 2003, o uso do telefone caiu entre 20 a 30%, devido, além da abertura de maior número de assentos, em virtude da expansão da frota de aviões, à criação do canal web. Mas, de qualquer modo, considera "excepcional" a resposta dos clientes. "Nós provamos que, dependendo da qualidade do serviço, o cliente tende a usar a Internet, na hora de reservar ou comprar uma passagem aérea", conclui.
O momento não poderia ser mais propício para a escolha do serviço, já que a Gol está passando à história da aviação comercial brasileira como uma das empresas que melhor exploram os recursos da Internet para melhorar o relacionamento com os clientes e aumentar o volume de negócios.
Resposta excepcional - O gerente de comércio eletrônico da Gol explica o fenômeno em função de o sistema ser de fácil uso por parte dos operadores, capazes de fazer atendimentos simultâneos, aumentando a produtividade. Mas, igualmente, pelo fato de o internauta, no ambiente web, em tempo real, 24 horas por dia, poder tirar todas as eventuais dúvidas e efetuar a compra de um bilhete em, no máximo, 10 minutos.
A produtividade, segundo ele, também se deve à possibilidade que o DT Interactive dá a Gol, de distribuir o atendimento, conforme o perfil do cliente, em sete ambientes: B2C, comercial, agências de viagens, grupos, vendas corporativas, eventos e faturamento, no qual o cliente pode obter informações quanto ao valor das tarifas e opções de pagamento.
Informação e agilidade - Shida conta que, desde que entrou em operação, em maio de 2003, a fim de garantir rapidez e qualidade no atendimento aos clientes, a Gol Linhas Aéreas segmenta as operações em B2C e B2B. De quatro anos para cá, entretanto, o sensível aumento do número de transações, de valor unitário relativamente alto - nunca inferior a R$ 500,00 - e, ainda, a necessidade de prover um canal capaz de garantir ao cliente acesso às informações de que ele precisa, antes de se decidir pela compra, fizeram a empresa mudar de posição.
Shida chama a atenção para a escalabilidade do DT Interactive, o que torna possível implantá-lo por etapas, conforme a necessidade. O profissional explica que no, caso da Gol, o sistema foi instalado, primeiramente, para suportar as operações no segmento B2B, responsável pelo maior volume de vendas, para, posteriormente, se estender ao B2C, antes coberto pelo sistema 0300. Agora, também se aplica à venda de bilhetes para vôos internacionais, que fizeram a companhia aérea replicar o sistema em Espanhol. Atualmente, a Gol oferece voôs até Buenos Aires (AR).
O DT Interactive, desenvolvido pela Direct Talk facilita a resolução de dúvidas e problemas que por acaso surjam durante a navegação, o que aumenta o índice de conclusão das transações on-line. O sistema reduz em até 50% o custo de atendimento em relação ao canal telefone e aumenta o grau de produtividade dos operadores, dando à empresa visão plena dos clientes e necessidades deles. Além disso, permite monitorar a operação em termos quantitativos e qualitativos, o que é fundamental na hora de redimensionar o sistema, de maneira a atender picos de demanda.
Sobre a Direct Talk www.directtalk.com.br
A Direct Talk é líder no desenvolvimento de soluções para a gestão de relacionamento com clientes, que auxiliam na construção de organizações focadas no cliente. Nossas soluções contemplam as várias fases da identificação e captação de clientes, e, ainda, a definição de estratégias e ações capazes de ajudar as empresas a vencerem o enorme desafio de satisfazer, reter e fidelizar cada um deles.
Multicanais, as soluções de negócios da Direct Talk dão conta, igualmente, de todas as aplicações e formas de comunicação que caracterizam a relação empresa-cliente: chat on-line, gerenciamento de e-mails recebidos, teleatendimento, auto-atendimento, campanhas de telefonia ativa, e-mail marketing e gerenciamento do fluxo interno de informações. Quando integradas com as ferramentas de apoio à organização dos processos administrativos e financeiros, compõem uma base de dados que, devidamente tratados e cruzados, geram um valioso acervo de informações/conhecimento acerca dos clientes (perfil, hábitos de consumo etc.), de importância crítica para os negócios.
Oferecemos nossas soluções através do modelo de software como um serviço - on demand, que reduzem os custos, riscos e o tempo de implementação relacionada à implantação de soluções CRM tradicionais.
Empresa 100% nacional, fundada em 2000, a Direct Talk tem sede em São Paulo e escritórios nas cidades de Brasília e Rio de Janeiro. A carteira de clientes abriga mais de 130 empresas, de todos os segmentos da economia. Entre elas, Americanas.com, Atento, Banco Real, Claro, Contax, Globo.com, Gol, iG, Magazine Luiza, Daimler Chrysler, Microsoft, TAM, Pão de Açúcar, Petrobras, Shell, e Terra.
Sobre GOL Linhas Aéreas Inteligentes
A Gol Linhas Aéreas Inteligentes S.A. é controladora da Gol Transportes Aéreos S.A., única empresa brasileira regular a operar no conceito baixo custo, baixa tarifa (low cost, low fare). A Gol iniciou as operações, em 15 de janeiro de 2001, com objetivo de proporcionar vôos com preços acessíveis para uma maior parcela da população brasileira. Com uma estrutura de custos enxuta, baseada em três pilares que privilegiam a alta tecnologia, padronização da frota e motivação da equipe, a Gol consegue oferecer preços mais baratos que as empresas tradicionais.
Quando decolou para o primeiro vôo, a companhia contava com seis aeronaves e hoje opera com 32 aviões Boeing 737. Atualmente são 374 vôos diários para 41 aeroportos e 38 destinos em todo o Brasil e um no exterior. Até o momento, a companhia já transportou mais de 25 milhões de passageiros, sendo que 10% deles viajavam de avião pela primeira vez. As cidades atendidas pela empresa são: São Paulo - aeroportos de Congonhas e Guarulhos (Cumbica) - Campinas e Ribeirão Preto (SP); Rio de Janeiro (RJ) - aeroportos do Galeão e Santos Dumont; Belo Horizonte - aeroportos de Pampulha e Confins - e Uberlândia (MG); Vitória (ES); Porto Alegre e Caxias do Sul (RS); Florianópolis, Navegantes e Joinville (SC); Brasília (DF); Campo Grande (MS); Cuiabá (MT); Salvador e Porto Seguro (BA); Recife e Petrolina (PE); Fortaleza (CE); Belém (PA); Manaus (AM); Navegantes (SC); Maringá, Curitiba, Foz do Iguaçu e Londrina (PR); Goiânia (GO); Macapá (AP); Natal (RN); Maceió (AL); Palmas (TO); São Luís (MA); Rio Branco (AC); Porto Velho (RO); Teresina (PI); Aracajú (SE); João Pessoa (PB) e Buenos Aires (AR).
segunda-feira, junho 06, 2005
Se é só pra dizer que fez, então não faça
Se é só pra dizer que fez, então não façaSituação: você corre atrás de cronograma para colocar no ar um site cheio de defeitos e com tudo a construir, mas dentro do prazo. Não vale a pena, melhor é pensar nos verdadeiros objetivos e reavaliar.
Alguns anos atrás assisti uma palestra do Luli Radfahrer e entre todos os “causos” e exemplos divertidíssimos um em particular não sai da minha cabeça até hoje. Era uma comparação mais ou menos assim: “- Site é como namorada, se é pra ter uma feia é melhor não ter, ao menos não queima o seu filme”.
Os feios que me perdoem, mas ele tem toda razão. Um site mal estruturado, feito às pressas ou desatualizado dificilmente trará resultados satisfatórios. Muito pelo contrário, é bem provável que prejudique a imagem de sua empresa.
Na verdade, esse conceito não se aplica apenas à web, mas a toda forma de divulgação de uma empresa, que começa lá na marca, no cartão de visitas, passando pelo produto comercializado e o comercial de TV (com a filha do dono como atriz, pois sempre quis aparecer na telinha). O conceito que uma empresa passa ao público é na verdade um conjunto, todos os detalhes têm importância e precisam de atenção.
Tudo bem, sabemos que o mercado é cruel, o tempo curto e verba menor ainda. Mas “organizar” e executar projetos às pressas, apenas para cumprir cronogramas, mesmo que o site esteja repleto de páginas em construção, não é a melhor saída.
“- Ah, mas é apenas provisório, porque o domínio já está sendo divulgado no folder”. Mas o tempo passa, outros projetos de última hora aparecem e o futuro “ex” cliente, que recebeu um folder interessante, entra no site à procura de mais informação e só encontra uma marca saltitando e algumas fotos de produtos (que aliás ele já tinha visto no folder).
Então qual é a saída? Ajustar sua velocidade à das tartarugas mas garantir um trabalho excelente ou cumprir o prazo e não sair do orçamento, deixando o resultado em segundo plano?
Resposta: nenhuma das alternativas. O importante é o resultado. É antes de tudo definir o objetivo do projeto e daí sim, ajustar o cronograma e o orçamento a ele, para realmente atingir o alvo e não ficar apenas dispersando tiros. Se vai fazer, então faça bem feito, faça valer a pena.
[Mary Vonni - Webinsider]
Alguns anos atrás assisti uma palestra do Luli Radfahrer e entre todos os “causos” e exemplos divertidíssimos um em particular não sai da minha cabeça até hoje. Era uma comparação mais ou menos assim: “- Site é como namorada, se é pra ter uma feia é melhor não ter, ao menos não queima o seu filme”.
Os feios que me perdoem, mas ele tem toda razão. Um site mal estruturado, feito às pressas ou desatualizado dificilmente trará resultados satisfatórios. Muito pelo contrário, é bem provável que prejudique a imagem de sua empresa.
Na verdade, esse conceito não se aplica apenas à web, mas a toda forma de divulgação de uma empresa, que começa lá na marca, no cartão de visitas, passando pelo produto comercializado e o comercial de TV (com a filha do dono como atriz, pois sempre quis aparecer na telinha). O conceito que uma empresa passa ao público é na verdade um conjunto, todos os detalhes têm importância e precisam de atenção.
Tudo bem, sabemos que o mercado é cruel, o tempo curto e verba menor ainda. Mas “organizar” e executar projetos às pressas, apenas para cumprir cronogramas, mesmo que o site esteja repleto de páginas em construção, não é a melhor saída.
“- Ah, mas é apenas provisório, porque o domínio já está sendo divulgado no folder”. Mas o tempo passa, outros projetos de última hora aparecem e o futuro “ex” cliente, que recebeu um folder interessante, entra no site à procura de mais informação e só encontra uma marca saltitando e algumas fotos de produtos (que aliás ele já tinha visto no folder).
Então qual é a saída? Ajustar sua velocidade à das tartarugas mas garantir um trabalho excelente ou cumprir o prazo e não sair do orçamento, deixando o resultado em segundo plano?
Resposta: nenhuma das alternativas. O importante é o resultado. É antes de tudo definir o objetivo do projeto e daí sim, ajustar o cronograma e o orçamento a ele, para realmente atingir o alvo e não ficar apenas dispersando tiros. Se vai fazer, então faça bem feito, faça valer a pena.
[Mary Vonni - Webinsider]
quarta-feira, maio 11, 2005
Design funcional é ser sofisticadamente simples
Design funcional significa adequar as necessidades do cliente aos desejos do usuário, para que as tarefas sejam realizadas de uma maneira fácil, intuitiva e gratificante. Não é pouca coisa.
A maior frustração dos designers que migraram para a web na época da bolha era enfrentar as limitações do HTML. Era impossível ter o mesmo controle que tinham no meio impresso ao produzir seus sites.
A regra da época era reinventar roda. Jogue fora os velhos tags HTML. Substitua-os pelos conceitos e pelas técnicas que se seguem, pregava David Siegel no seu bestseller “Creating Killer Web Sites”. Entre as técnicas que seguiam, podíamos encontrar coisas como o uso indiscriminado de imagens no lugar de texto, o uso de tabelas para o layout e o famoso GIF transparente, entre outros.
Na contramão dessa corrente, Jakob Nielsen, defendia o enfoque “engenheiro” de se fazer design. Existem duas abordagens fundamentais ao design: o ideal artístico de expressar-se e o ideal da engenharia de resolver um problema do cliente, dizia em seu livro “Designing Web Usability”. Para Nielsen, apenas o modo engenheiro poderia produzir resultados positivos.
Essa polêmica colocou a usabilidade e o design em lados opostos, criando um paradigma um tanto quanto estranho no mercado de design digital. No final, o resultado da soma da usabilidade mais o design sempre tendia a zero.
Nessa época, era muito comum no início de cada projeto definir qual dos lados seria priorizado. Sites totalmente textuais e até sites exclusivamente baseados em imagens foram produzidos e colocados no ar para testar os limites dessa equação. Mas os anos passaram, a bolha estourou, e os profissionais dos dois lados dessa “Jihad” tecnológica precisaram cair na real. Experimentalismo e radicalismo deixaram de suprir a necessidade dos clientes, cada vez mais bem informados e focados no resultado.
Hoje, o design baseado em apenas uma dessas correntes está fadado ao fracasso. Qualquer website, de qualquer área, precisa ter um design funcional.
Design funcional nada mais é do que colocar todo o conhecimento disponível a serviço do desenvolvimento da interface, e não contra.
É um design ponderado e bem estudado, levando em conta todo o conhecimento das seguintes áreas:
Usabilidade
Garante a facilidade de uso, tornando a interação uma tarefa simples, objetiva e agradável.
Arquitetura da informação
Organiza a informação de maneira clara e objetiva, de acordo com público alvo, facilitando o acesso à informação.
Acessibilidade
Uso de técnicas adequadas para garantir que qualquer usuário, independente de necessidades especiais, acesse o conteúdo.
Marketing
Adequação da interface às estratégias e objetivos de marketing e comunicação do cliente, criando uma interface extremamente eficiente.
Design gráfico
Maximiza a experiência do usuário, auxiliando a realização das tarefas e a exposição da marca do cliente.
Tecnologia
Escolha correta de tecnologia garante a compatibilidade com os mais diversos meios de acesso e a versatilidade da interface.
O segredo do design funcional é adequar as necessidades do cliente aos desejos do usuário, possibilitando a realização de tarefas de uma maneira fácil, intuitiva e gratificante. É como um canivete suíço: do tamanho do seu bolso, com as ferramentas adequadas às suas tarefas, fácil de usar e ainda por cima é extremamente bonito.
Esqueça os modismos, os nomes bonitos e os discursos quase religiosos. Você não precisa ser um especialista para aproveitar a essência da teoria de cada área e aplicar no seu trabalho, no seu dia-a-dia. Seja você um designer, arquiteto, analista ou programador, use todo esse vasto conhecimento para melhorar cada vez mais a qualidade do seu trabalho. Seu usuário agradece.
A maior frustração dos designers que migraram para a web na época da bolha era enfrentar as limitações do HTML. Era impossível ter o mesmo controle que tinham no meio impresso ao produzir seus sites.
A regra da época era reinventar roda. Jogue fora os velhos tags HTML. Substitua-os pelos conceitos e pelas técnicas que se seguem, pregava David Siegel no seu bestseller “Creating Killer Web Sites”. Entre as técnicas que seguiam, podíamos encontrar coisas como o uso indiscriminado de imagens no lugar de texto, o uso de tabelas para o layout e o famoso GIF transparente, entre outros.
Na contramão dessa corrente, Jakob Nielsen, defendia o enfoque “engenheiro” de se fazer design. Existem duas abordagens fundamentais ao design: o ideal artístico de expressar-se e o ideal da engenharia de resolver um problema do cliente, dizia em seu livro “Designing Web Usability”. Para Nielsen, apenas o modo engenheiro poderia produzir resultados positivos.
Essa polêmica colocou a usabilidade e o design em lados opostos, criando um paradigma um tanto quanto estranho no mercado de design digital. No final, o resultado da soma da usabilidade mais o design sempre tendia a zero.
Nessa época, era muito comum no início de cada projeto definir qual dos lados seria priorizado. Sites totalmente textuais e até sites exclusivamente baseados em imagens foram produzidos e colocados no ar para testar os limites dessa equação. Mas os anos passaram, a bolha estourou, e os profissionais dos dois lados dessa “Jihad” tecnológica precisaram cair na real. Experimentalismo e radicalismo deixaram de suprir a necessidade dos clientes, cada vez mais bem informados e focados no resultado.
Hoje, o design baseado em apenas uma dessas correntes está fadado ao fracasso. Qualquer website, de qualquer área, precisa ter um design funcional.
Design funcional nada mais é do que colocar todo o conhecimento disponível a serviço do desenvolvimento da interface, e não contra.
É um design ponderado e bem estudado, levando em conta todo o conhecimento das seguintes áreas:
Usabilidade
Garante a facilidade de uso, tornando a interação uma tarefa simples, objetiva e agradável.
Arquitetura da informação
Organiza a informação de maneira clara e objetiva, de acordo com público alvo, facilitando o acesso à informação.
Acessibilidade
Uso de técnicas adequadas para garantir que qualquer usuário, independente de necessidades especiais, acesse o conteúdo.
Marketing
Adequação da interface às estratégias e objetivos de marketing e comunicação do cliente, criando uma interface extremamente eficiente.
Design gráfico
Maximiza a experiência do usuário, auxiliando a realização das tarefas e a exposição da marca do cliente.
Tecnologia
Escolha correta de tecnologia garante a compatibilidade com os mais diversos meios de acesso e a versatilidade da interface.
O segredo do design funcional é adequar as necessidades do cliente aos desejos do usuário, possibilitando a realização de tarefas de uma maneira fácil, intuitiva e gratificante. É como um canivete suíço: do tamanho do seu bolso, com as ferramentas adequadas às suas tarefas, fácil de usar e ainda por cima é extremamente bonito.
Esqueça os modismos, os nomes bonitos e os discursos quase religiosos. Você não precisa ser um especialista para aproveitar a essência da teoria de cada área e aplicar no seu trabalho, no seu dia-a-dia. Seja você um designer, arquiteto, analista ou programador, use todo esse vasto conhecimento para melhorar cada vez mais a qualidade do seu trabalho. Seu usuário agradece.
terça-feira, maio 10, 2005
Arquitetura da informação
Os sete princípios básicos.
No universo da informação digital, a arquitetura da informação tem lugar de honra. É a partir da estrutura criada para os sites e afins (arquitetura da informação) que se distribui a informação (através do webwriting) e produz-se conhecimento.
A arquitetura da informação (AI) não surgiu com a internet, nem com a informática. Aplicada no dia-a-dia do ser humano há séculos, a AI bebe de duas fontes: da forma como organizamos a informação em nossas mentes, o chamado “modelo mental”, e do mais importante resultado desta observação, a boa e velha biblioteca, enxergando-se a catalogação de um livro como a indexação de uma informação.
Muito se tem falado sobre arquitetura da informação, mas, como ciência recente – foi formalizada há pouco mais de um século e nomeada há poucas décadas –, há mais dúvidas do que certezas, principalmente quando aplicada à web.
Vamos, então, separar o joio do trigo?
O que é arquitetura da informação?
Em um ambiente digital, é a tarefa de estruturar e distribuir as áreas, principais e secundárias, tornando as informações facilmente identificáveis, sua distribuição bem definida e, a navegação, intuitiva. Esta tarefa pode (e deve) ser aplicada não apenas a sites internet e intranet, mas a CDs-ROM, DVDs e ambientes wireless, levando-se em conta suas diferenças.
Quais são os princípios da arquitetura da informação?
Há sete princípios, denominados palavras de ordem:
Organizar sugere diversas opções de construção para um ambiente digital como um todo e para suas áreas secundárias;
Navegar lida com o aprendizado, tanto na aquisição da informação pelo usuário, quanto na percepção de como ele navega pelos ambientes digitais;
Nomear estuda de que maneira as áreas serão identificadas, seja através da palavra (neste caso, é preciso escolher a terminologia mais adequada), do ícone, ou de ambos;
Buscar ensina como indexar a informação para que a sua procura seja tranqüila;
Pesquisar é o caminho a seguir para apurar junto ao cliente toda a informação necessária à construção do conteúdo;
Desenhar testa o resultado final da arquitetura da informação, antes mesmo da construção do protótipo, ou seja, no próprio fluxograma;
Mapear é a palavra de ordem mais estudada hoje na arquitetura da informação para a web. Afinal, seria mesmo o fluxograma a melhor maneira de representar graficamente para o usuário um sistema de informação?
No excelente livro Information Archictecture for the World Wide Web, de Peter Morville e Louis Rosenfeld, considerada a principal referência em AI para a web – assim como seus autores –, as sete palavras de ordem são descritas em detalhes. Opte pela 2ª edição, revista e ampliada.
O mapa de um site é sua arquitetura da informação?
Não. O mapa de um site é um resumo da arquitetura da informação. O real fluxograma de uma AI explicita itens que não interessam ao usuário, como as “phantom labels” (áreas previstas, mas que ainda não existem) e os filtros usados pelo mecanismo de busca.
Quem pode trabalhar com arquitetura da informação para a mídia digital?
Bibliotecários, engenheiros, arquitetos, profissionais de planejamento e, é claro, de conteúdo. Em um mercado tão multifacetado com o da internet, em que diversos perfis de profissionais participam ativamente da tarefa da construção de ambientes digitais, a realidade demonstra que quem lida com organização e construção de sistemas têm sempre algo precioso a acrescentar.
Saber o que é – e o que não é – arquitetura da informação e aprender a usar softwares que constroem fluxogramas não faz de ninguém um especialista no assunto, já que AI requer muito estudo e raciocínio apurado. O dia-a-dia de um profissional de arquitetura da informação está muito mais para o trabalho de um bibliotecário do que o de um especialista em internet.
Perceba que o caminho do conteúdo na web está, muitas vezes, em olhar para o que foi feito até agora, e não reinventar o que já existe há séculos.
[Webinsider]
No universo da informação digital, a arquitetura da informação tem lugar de honra. É a partir da estrutura criada para os sites e afins (arquitetura da informação) que se distribui a informação (através do webwriting) e produz-se conhecimento.
A arquitetura da informação (AI) não surgiu com a internet, nem com a informática. Aplicada no dia-a-dia do ser humano há séculos, a AI bebe de duas fontes: da forma como organizamos a informação em nossas mentes, o chamado “modelo mental”, e do mais importante resultado desta observação, a boa e velha biblioteca, enxergando-se a catalogação de um livro como a indexação de uma informação.
Muito se tem falado sobre arquitetura da informação, mas, como ciência recente – foi formalizada há pouco mais de um século e nomeada há poucas décadas –, há mais dúvidas do que certezas, principalmente quando aplicada à web.
Vamos, então, separar o joio do trigo?
O que é arquitetura da informação?
Em um ambiente digital, é a tarefa de estruturar e distribuir as áreas, principais e secundárias, tornando as informações facilmente identificáveis, sua distribuição bem definida e, a navegação, intuitiva. Esta tarefa pode (e deve) ser aplicada não apenas a sites internet e intranet, mas a CDs-ROM, DVDs e ambientes wireless, levando-se em conta suas diferenças.
Quais são os princípios da arquitetura da informação?
Há sete princípios, denominados palavras de ordem:
Organizar sugere diversas opções de construção para um ambiente digital como um todo e para suas áreas secundárias;
Navegar lida com o aprendizado, tanto na aquisição da informação pelo usuário, quanto na percepção de como ele navega pelos ambientes digitais;
Nomear estuda de que maneira as áreas serão identificadas, seja através da palavra (neste caso, é preciso escolher a terminologia mais adequada), do ícone, ou de ambos;
Buscar ensina como indexar a informação para que a sua procura seja tranqüila;
Pesquisar é o caminho a seguir para apurar junto ao cliente toda a informação necessária à construção do conteúdo;
Desenhar testa o resultado final da arquitetura da informação, antes mesmo da construção do protótipo, ou seja, no próprio fluxograma;
Mapear é a palavra de ordem mais estudada hoje na arquitetura da informação para a web. Afinal, seria mesmo o fluxograma a melhor maneira de representar graficamente para o usuário um sistema de informação?
No excelente livro Information Archictecture for the World Wide Web, de Peter Morville e Louis Rosenfeld, considerada a principal referência em AI para a web – assim como seus autores –, as sete palavras de ordem são descritas em detalhes. Opte pela 2ª edição, revista e ampliada.
O mapa de um site é sua arquitetura da informação?
Não. O mapa de um site é um resumo da arquitetura da informação. O real fluxograma de uma AI explicita itens que não interessam ao usuário, como as “phantom labels” (áreas previstas, mas que ainda não existem) e os filtros usados pelo mecanismo de busca.
Quem pode trabalhar com arquitetura da informação para a mídia digital?
Bibliotecários, engenheiros, arquitetos, profissionais de planejamento e, é claro, de conteúdo. Em um mercado tão multifacetado com o da internet, em que diversos perfis de profissionais participam ativamente da tarefa da construção de ambientes digitais, a realidade demonstra que quem lida com organização e construção de sistemas têm sempre algo precioso a acrescentar.
Saber o que é – e o que não é – arquitetura da informação e aprender a usar softwares que constroem fluxogramas não faz de ninguém um especialista no assunto, já que AI requer muito estudo e raciocínio apurado. O dia-a-dia de um profissional de arquitetura da informação está muito mais para o trabalho de um bibliotecário do que o de um especialista em internet.
Perceba que o caminho do conteúdo na web está, muitas vezes, em olhar para o que foi feito até agora, e não reinventar o que já existe há séculos.
[Webinsider]
Assinar:
Postagens (Atom)